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Equipe · 25 de agosto de 2026

Como contratar banhista e tosador sem errar

Currículo não mostra mão. O teste prático que revela em uma hora o que a entrevista não conta.

Profissional secando um cachorro com secador em salão de banho e tosa

Currículo não mostra mão

Tosa é ofício manual. A pessoa pode ter cinco anos de experiência e mão pesada, ou seis meses e talento. Entrevista mede conversa, não trabalho.

Por isso a etapa que realmente decide é o teste prático pago. Meio período, com você olhando, remunerado como diária. Quem se recusa a fazer teste pago normalmente tem motivo.

O que observar durante o teste

Muito além do resultado final:

Um teste vale mais que três entrevistas. E ele também protege o candidato: ninguém quer ser contratado pra uma rotina que não aguenta, e meio período mostra isso pros dois lados.

Onde encontrar gente boa

As melhores contratações raramente vêm de anúncio:

Fixo, comissão ou os dois

Comissão pura parece alinhar interesse, mas cria dois problemas: a pessoa corre pra fazer volume, e em mês fraco ela procura outro lugar.

Fixo puro tira o incentivo de atender bem e rápido.

A combinação costuma funcionar melhor: um fixo que dá segurança, mais uma parte variável por atendimento acima de uma meta. E, se possível, um bônus ligado a cliente que volta, não só a volume, porque é a volta que sustenta o negócio.

O que faz o bom profissional ficar

Em banho e tosa, a rotatividade é alta e custa caro: cliente cria vínculo com quem cuida do cachorro dele, e quando o tosador sai, parte da carteira vai junto.

O que segura, na ordem que a gente mais ouve:

Salário atrai. As quatro coisas acima é que retêm.

Seu petshop organizado, seus clientes por perto

Agenda de banho e tosa, ficha do pet, faturamento e aviso automático de quem parou de aparecer.

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